domingo, 14 de fevereiro de 2010


" Um menino de seis anos aproveitou que seus pais dormiam
para partir em seu triciclo.
Foi encontrado em Münstrer, Alemanha.
O menino disse aos policiais que só queria ver
estrelas. "

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Viam-na uma moça,
de cabelos penteados,
roupa bonita e sapatos limpos.
Para eles, uma menina qualquer,
indo fazer...qualquer coisa;
em qualquer lugar.

Ela via-se uma menina,
de cabelos bagunçados pelo vento,
vestido de retalhos e sandália de palha que,
no umdoistrêsumdoistrês da valsa,
procurava a sorrir no meio daquela selva de pedras,
uma flor; somente uma flor.


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Lavagem cerebral na aula de Legislação do Trânsito :

Quanto vale a vida...pra você?
QuAnto vale a vIda pra você?!
Quannnnttto vale a viiiiiida pra VOCÊ?!?!?!?!
QuaAaAaAaAantoooOoOo valeeeeeeee a VIDAAAAAAAA pRa vocÊEEEEE?!?!?!?!?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Seja para um milionário dono de uma multinacional,
seja para um simples lavrador,
o alvo a atingir enquanto se vive é o mesmo: a morte.
( paz )

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Nada sei sobre o dia de amanhã, porém uma coisa é certa.
O vento é meu amigo e ele estará sempre a meu favor,
e quando ele estiver um pouco nervoso ou forte,
haverá sempre uma Brisa para acalmá-lo.
E que eu possa aprender com essa Brisa o quanto é bom caminhar
e também ensiná-la o quão maravilhoso é sonhar...

( escrito dia 21/01/2010, para uma garotinha que mais se parece uma bonequinha )

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Intão, papai e mamãe fudeu né.
Aí nasceu eu, toda fudida.
Aí, eu cresci, aí eu casei e fodi, fodi, fodi dimais.
Aí eu tivi filho, 6. Aí qui eu mi fudi mais ainda.
Aí elis cresceu tudu fudido ingual eu.
Aí dispois eu murri, fudida.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

' Confia desconfiando, Paula. Confia desconfiando! ', era o que meu avô sempre me falava quando eu chegava na sala e o encontrava sentado em sua poltrona apreciando suas músicas clássicas. Eu pequena, apenas o ouvia

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O que seria da lua sem suas variadas formas?;
sem a luz do sol?;
a proteção do céu?;
a companhia das nuvens e estrelas?
e olhares sensíveis?
seria tudo, menos poesia.
o que seria da minha vida sem ambiguidade?
sem graça. muito sem graça...
Ela amava a sensação de quando seus dedos flutuavam sobre as delicadas teclas daquele belíssimo e sensível cravo, localizado num canto de um velho teatro ( mesmo que apenas em sua imaginação )