Depois de tanto ensaiar, a grande momento chegou. O passado que não se contentava em ser o que é, me incomodando sempre, insistindo em ser também presente, resolveu aceitar sua condição. Decidiu ficar lá trás, com suas dores e alegrias, deixando o presente livre para fazer suas escolhas, desejando sempre a chegada do futuro. No passado estão vários registros, memoráveis ou não. Alguns continuarão "materializados" aqui nesse blog, a fim de que em um dia qualquer, quando as dores e alegrias estiverem em seus devidos lugares, eu possa ler, reler e relembrar (ou não!) de tudo o que me foi escrito, com nostalgia (ou não...).
domingo, 23 de outubro de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Se o acaso realmente existe meu caro, é ele o meu amigo.
Não precisou muito. Rabeca, sanfona, zabumba, triângulo, pandeiro, ganzá. Comercializados em lojas de instrumentos musicais, qualquer pessoa pode adquirir. Mas...não é qualquer pessoa que
consegue realmente "tocá-los".
Eram esses os intrumentos de ontem, que faziam a festa e transmitia alegria. E sem ensaio! A energia era grande, ali. Bastavam olhares sinceros e tudo acontecia. A fogueira aquecia enquanto uns tocavam, outros dançavam e alguns apenas observavam...
Eu não conseguia pensar em nada. E nem queria...Misturança de sentimentos me tirando o fôlego, até não mais aguentar, transparecendo tudo através de sorrisos infinitos e algumas pequenas gotas de lágrimas.
Tudo estava muito bom. Eu havia me afastado um pouco, havia entrado dentro da casa. Mas não fiquei muito tempo longe. Logo a sanfona me chamou, tocando La Valse d'Amelie. Foi o momento mais feliz da minha vida.
São tempos difíceis para os sonhadores? É...pode até ser. Mas nada pode roubar minha essência. Ainda mais quando o sonho que eu sonhava acordada todos as noites deitada na cama antes de dormir, estava acontecendo ali, pra mim.
Não há por que reclamar. Vamos sonhar, que o relógio segue seu curso e a música continua.
Não precisou muito. Rabeca, sanfona, zabumba, triângulo, pandeiro, ganzá. Comercializados em lojas de instrumentos musicais, qualquer pessoa pode adquirir. Mas...não é qualquer pessoa que
consegue realmente "tocá-los".
Eram esses os intrumentos de ontem, que faziam a festa e transmitia alegria. E sem ensaio! A energia era grande, ali. Bastavam olhares sinceros e tudo acontecia. A fogueira aquecia enquanto uns tocavam, outros dançavam e alguns apenas observavam...
Eu não conseguia pensar em nada. E nem queria...Misturança de sentimentos me tirando o fôlego, até não mais aguentar, transparecendo tudo através de sorrisos infinitos e algumas pequenas gotas de lágrimas.
Tudo estava muito bom. Eu havia me afastado um pouco, havia entrado dentro da casa. Mas não fiquei muito tempo longe. Logo a sanfona me chamou, tocando La Valse d'Amelie. Foi o momento mais feliz da minha vida.
São tempos difíceis para os sonhadores? É...pode até ser. Mas nada pode roubar minha essência. Ainda mais quando o sonho que eu sonhava acordada todos as noites deitada na cama antes de dormir, estava acontecendo ali, pra mim.
Não há por que reclamar. Vamos sonhar, que o relógio segue seu curso e a música continua.
Je suis Amelie Poulain.
terça-feira, 24 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
De fora para dentro
Tá tudo errado, começando pelo nome.
Faculdade, para mim, é o direito que determinada pessoa tem de fazer certa escolha.
Sim, tem há faculdades disso e daquilo, mas a sociedade impõe:
ou você faz uma faculdade ou você não é ninguém.
E aí?
Começando a minha 3ª graduação, satisfeita, até.
Fui "regredindo" de acordo com uma pretensão futura de salário.
Direito, Letras, Artes Plásticas.
Artes plásticas...nunca me passou pela cabeça!
Mas o fato de ser arte me chamou a atenção.
Habilidades? Nenhuma. Mas me considero boa apreciadora.
Né?
Então, sei lá, eu só espero encontrar algum fundamento em 4 anos, ou mais, na vida acadêmica.
Porque eu, definitivamente, não nasci para ser mandada ou obrigada a fazer algo.
Essa vida de regras ditadas por pessoas que se auto-entitulam governantes não é pra mim.
Só quero o simples, nada mais.
E viver na simplicidade, atualmente, é infelizmente o alvo mais difícil de se atingir.
E sei lá.
Sei lá...
Faculdade, para mim, é o direito que determinada pessoa tem de fazer certa escolha.
Sim, tem há faculdades disso e daquilo, mas a sociedade impõe:
ou você faz uma faculdade ou você não é ninguém.
E aí?
Começando a minha 3ª graduação, satisfeita, até.
Fui "regredindo" de acordo com uma pretensão futura de salário.
Direito, Letras, Artes Plásticas.
Artes plásticas...nunca me passou pela cabeça!
Mas o fato de ser arte me chamou a atenção.
Habilidades? Nenhuma. Mas me considero boa apreciadora.
Né?
Então, sei lá, eu só espero encontrar algum fundamento em 4 anos, ou mais, na vida acadêmica.
Porque eu, definitivamente, não nasci para ser mandada ou obrigada a fazer algo.
Essa vida de regras ditadas por pessoas que se auto-entitulam governantes não é pra mim.
Só quero o simples, nada mais.
E viver na simplicidade, atualmente, é infelizmente o alvo mais difícil de se atingir.
E sei lá.
Sei lá...
terça-feira, 17 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Todo e qualquer sentimento que seja bom, sincero, do coração,
deve ser exposto no exato instante em que foi sentido.
Essa coisa de pensar para depois agir, serve apenas para o que é ruim.
Porque mesmo amando quem não te ama, no momento que o sentimento é
compartilhado, posto pra fora,
- Eu te amo!
isso fará um bem ainda maior para aquele que o está sentindo.
Devemos filtrar apenas aquilo que nos machuca, que não é de bem.
Ao contrário disso, devemos sempre espalhar, fazer jorrar, onde quer que estejamos.
domingo, 1 de maio de 2011
Independente de qualquer coisa, era aquilo que me fazia sorrir e me dava forças para seguir.
Agora, o sentido acabou. O útil tornou-se fútil.
E o vazio é cada vez mais profundo.
Porque por mais que a dor seja consequencia de um ato impensado e tenha se tornado um aprendizado, sua cura não é tão simples quanto errar.
O pensar precederá sempre o agir. Sempre.
E o que tiver de ser, meu coração, assim será.
Agora, o sentido acabou. O útil tornou-se fútil.
E o vazio é cada vez mais profundo.
Porque por mais que a dor seja consequencia de um ato impensado e tenha se tornado um aprendizado, sua cura não é tão simples quanto errar.
O pensar precederá sempre o agir. Sempre.
E o que tiver de ser, meu coração, assim será.
terça-feira, 26 de abril de 2011
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