Intão, papai e mamãe fudeu né.
Aí nasceu eu, toda fudida.
Aí, eu cresci, aí eu casei e fodi, fodi, fodi dimais.
Aí eu tivi filho, 6. Aí qui eu mi fudi mais ainda.
Aí elis cresceu tudu fudido ingual eu.
Aí dispois eu murri, fudida.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
Dia desses, passou o dia inteiro em sua universidade, sozinha. Muito bom! Gostava de andar por ali, lugar bastante arborizado, agradável. Foi em sua faculdade, conversou com poucos e com a mochila nas costas, foi em diração à Faculdade de Música. Escolheu o caminho do bosque, onde sempre tinha algumas pessoas sentadas nos bancos. Passou no Centro de Convivência antes, tomou um suquinho de laranja, que por sinal estava delicioso e comeu alguns salgadinhos ( o de calabresa era o melhor! ). Seguiu então para o Teatro da Faculdade de Música. Piano e violino. Entrou, escolheu um lugarzinho no cantinho esquerdo e sentou-se. Um professor anunciou os músicos e eles entraram. Um homem alto, muito simpático, com um sincero sorriso no rosto e cabelos completamente brancos entrou segurando seu violino e uma mulher, baixa, de cabelo curtos e também muito simpática entrou ao seu lado. Posicionou o violino e sentou-se ao piano.
E... Faltam palavras para explicar. É preciso sentir! Sentiu seu coração pular mais forte e lágrimas sorridentes escorriam de seu rosto. Era lindo! E por um instante, sentiu seu avô, seu grande avô paterno que amava e que se foi, deixando as melhores heranças que alguém se pode ter: palavras de amor e música!
Fim do concerto. Se sentia leve, sorrindo. Sentia algo muito forte, seu coração não parava de bater, acelerado, tamanha a emoção que havia sentido. Saiu pela porta do teatro com a mochila nas costas. Era noite. Olhou pro céu. Havia um sorriso, o mais maravilhoso que já tinha visto, cheio de luz. Ela, com seus olhos cheios de lágrima, também sorriu. Seu coração, encantado com aquele momento, não aguentou tanta emoção e foi-se, de encontro com aquele sorriso de luz.
E... Faltam palavras para explicar. É preciso sentir! Sentiu seu coração pular mais forte e lágrimas sorridentes escorriam de seu rosto. Era lindo! E por um instante, sentiu seu avô, seu grande avô paterno que amava e que se foi, deixando as melhores heranças que alguém se pode ter: palavras de amor e música!
Fim do concerto. Se sentia leve, sorrindo. Sentia algo muito forte, seu coração não parava de bater, acelerado, tamanha a emoção que havia sentido. Saiu pela porta do teatro com a mochila nas costas. Era noite. Olhou pro céu. Havia um sorriso, o mais maravilhoso que já tinha visto, cheio de luz. Ela, com seus olhos cheios de lágrima, também sorriu. Seu coração, encantado com aquele momento, não aguentou tanta emoção e foi-se, de encontro com aquele sorriso de luz.
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