quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Intão, papai e mamãe fudeu né.
Aí nasceu eu, toda fudida.
Aí, eu cresci, aí eu casei e fodi, fodi, fodi dimais.
Aí eu tivi filho, 6. Aí qui eu mi fudi mais ainda.
Aí elis cresceu tudu fudido ingual eu.
Aí dispois eu murri, fudida.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

' Confia desconfiando, Paula. Confia desconfiando! ', era o que meu avô sempre me falava quando eu chegava na sala e o encontrava sentado em sua poltrona apreciando suas músicas clássicas. Eu pequena, apenas o ouvia

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O que seria da lua sem suas variadas formas?;
sem a luz do sol?;
a proteção do céu?;
a companhia das nuvens e estrelas?
e olhares sensíveis?
seria tudo, menos poesia.
o que seria da minha vida sem ambiguidade?
sem graça. muito sem graça...
Ela amava a sensação de quando seus dedos flutuavam sobre as delicadas teclas daquele belíssimo e sensível cravo, localizado num canto de um velho teatro ( mesmo que apenas em sua imaginação )

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

meia noite esperando pelo sono, chega a chuva, inesperada e desejada como ela só!
as árvores, flores e meus ouvidos se deliciam com ela, enquanto
carros continuam passando apressados e o caminhão aguarda o lixeiro.
i'm here in my bedroom, but my thoughts are outside, so far, floating on the sky with the rain, remembering the happier moments i have ever lived with my love...

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

02:23 da matina.
entrar no blog pra ver de qual que é.
e não é que tinha dois novos comentários?
completamente inesperados.
voltarei a escrever.
não hoje!
amanhã...
quero organizar esse blog, mudar uma corzinha aqui, outra ali...
e voltar a sorrir com palavras.

domingo, 7 de junho de 2009

Não há nada melhor que lápis e papel
para que possa surgir inspiração.

domingo, 31 de maio de 2009

Dia desses, passou o dia inteiro em sua universidade, sozinha. Muito bom! Gostava de andar por ali, lugar bastante arborizado, agradável. Foi em sua faculdade, conversou com poucos e com a mochila nas costas, foi em diração à Faculdade de Música. Escolheu o caminho do bosque, onde sempre tinha algumas pessoas sentadas nos bancos. Passou no Centro de Convivência antes, tomou um suquinho de laranja, que por sinal estava delicioso e comeu alguns salgadinhos ( o de calabresa era o melhor! ). Seguiu então para o Teatro da Faculdade de Música. Piano e violino. Entrou, escolheu um lugarzinho no cantinho esquerdo e sentou-se. Um professor anunciou os músicos e eles entraram. Um homem alto, muito simpático, com um sincero sorriso no rosto e cabelos completamente brancos entrou segurando seu violino e uma mulher, baixa, de cabelo curtos e também muito simpática entrou ao seu lado. Posicionou o violino e sentou-se ao piano.

E... Faltam palavras para explicar. É preciso sentir! Sentiu seu coração pular mais forte e lágrimas sorridentes escorriam de seu rosto. Era lindo! E por um instante, sentiu seu avô, seu grande avô paterno que amava e que se foi, deixando as melhores heranças que alguém se pode ter: palavras de amor e música!

Fim do concerto. Se sentia leve, sorrindo. Sentia algo muito forte, seu coração não parava de bater, acelerado, tamanha a emoção que havia sentido. Saiu pela porta do teatro com a mochila nas costas. Era noite. Olhou pro céu. Havia um sorriso, o mais maravilhoso que já tinha visto, cheio de luz. Ela, com seus olhos cheios de lágrima, também sorriu. Seu coração, encantado com aquele momento, não aguentou tanta emoção e foi-se, de encontro com aquele sorriso de luz.